O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, protagonizou um discurso polêmico nesta quarta-feira, 1º, durante agenda no Ceará, ao afirmar que deveria receber o Prêmio Nobel de Economia. A fala ocorreu durante visita às obras do ITA Ceará, inauguração do alojamento estudantil e cerimônia dos dois anos do programa Pé-de-Meia.
Em tom descontraído, mas com forte conteúdo político, Lula defendeu a redistribuição de renda como caminho para combater desigualdades. “Muito dinheiro na mão de poucos significa miséria, pobreza, fome e desemprego. Agora, pouco dinheiro na mão de muitos significa distribuição de riqueza”, afirmou. Em seguida, disparou: “Eu vou fazer minha tese de Economia. Eu não sei por que não me dão o Prêmio Nobel de Economia”.
O presidente utilizou um exemplo prático para ilustrar sua visão. Segundo ele, se um gestor concentrar recursos nas mãos de poucos, o dinheiro fica parado e não movimenta a economia. Por outro lado, ao dividir os valores entre a população, há consumo imediato, aquecimento do comércio e geração de renda. “Se fosse eu, dividiria o dinheiro para todo mundo. Cada pessoa ia gastar, comprar, movimentar a economia”, explicou.
A declaração repercutiu nos bastidores políticos por misturar ironia com defesa de políticas sociais, reforçando a linha de discurso do governo federal em priorizar programas de transferência de renda e inclusão econômica.
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, protagonizou um discurso polêmico nesta quarta-feira, 1º, durante agenda no Ceará, ao afirmar que deveria receber o Prêmio Nobel de Economia. A fala ocorreu durante visita às obras do ITA Ceará, inauguração do alojamento estudantil e cerimônia dos dois anos do programa Pé-de-Meia.
Em tom descontraído, mas com forte conteúdo político, Lula defendeu a redistribuição de renda como caminho para combater desigualdades. “Muito dinheiro na mão de poucos significa miséria, pobreza, fome e desemprego. Agora, pouco dinheiro na mão de muitos significa distribuição de riqueza”, afirmou. Em seguida, disparou: “Eu vou fazer minha tese de Economia. Eu não sei por que não me dão o Prêmio Nobel de Economia”.
O presidente utilizou um exemplo prático para ilustrar sua visão. Segundo ele, se um gestor concentrar recursos nas mãos de poucos, o dinheiro fica parado e não movimenta a economia. Por outro lado, ao dividir os valores entre a população, há consumo imediato, aquecimento do comércio e geração de renda. “Se fosse eu, dividiria o dinheiro para todo mundo. Cada pessoa ia gastar, comprar, movimentar a economia”, explicou.
A declaração repercutiu nos bastidores políticos por misturar ironia com defesa de políticas sociais, reforçando a linha de discurso do governo federal em priorizar programas de transferência de renda e inclusão econômica.

