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Vereador propõe coworking popular e gratuito oferecido pela Prefeitura de Fortaleza
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Os espaços compartilhados se tornaram uma tendência no país. Vários empreendimentos e até mesmo shoppings centers oferecem esses ambientes ao público. Essa é a proposta do coworking, modelo de trabalho compartilhado no qual, várias pessoas dividem o mesmo espaço físico e recursos de um escritório. E foi com a intenção de oferecer à população de Fortaleza, um “Coworking Popular”, que o vereador Evaldo Lima (PCdoB) apresentou o Indicativo 436/2019.

Em 2019, o número de espaços de coworking conhecidos aumentou 25% em relação a 2018. São 1497 em todo o País. Fortaleza é acidade brasileira com maior número de escritórios compartilhados, segundo o Censo Coworking Brasil 2019. Todo esse êxito é produto de uma ideia simples: profissionais independentes que procuram um espaço democrático em que possam desenvolver seus projetos sem o isolamento do home office ou as distrações de espaços públicos.

Segundo Evaldo, o coworking é uma tendência que está modificando a forma com que as empresas e os empreendedores trabalham, compartilham e se relacionam. “Em um coworking existe uma estrutura planejada e pensada para o trabalho autônomo e coletivo. Nesse espaço as pessoas têm oportunidade de manter e aumentar o networking com pessoas de diversas áreas e estilos, aumentando a sua produtividade, já que os ambientes e as trocas feitas no espaço são propícios para isso. E tudo isso de maneira mais sustentável e econômica”, afirmou o parlamentar.

O coworking é a nova forma de pensar o ambiente de trabalho, que segue as tendências do freelancing e das start-ups e se baseia no compartilhamento de espaço de escritório, reunindo pessoas de diferentes empresas e áreas de atuação.

A ideia segundo Evaldo é que a Prefeitura de Fortaleza instale na capital cearense um “Coworking Popular”, ou seja, um escritório equipado mas que seja destinado a profissionais liberais, autônomos, micro e pequenas empresas, consultores, empreendedores e freelancers, de forma gratuita. O projeto encontra-se na Comissão de Constituição, Justiça e Legislação Participativa. aguardando o presidente designar relator.

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