Últimas Notícias
Quinta com Debate discute os desafios para as novas gestões municipais em 2021
Home Últimas Notícias Quinta com Debate discute os desafios para as novas gestões municipais em 2021

 

A Aprece retomou, no último dia 4 de fevereiro, a exibição semanal da Quinta com Debate, em seu canal no YouTube. Na primeira edição do ano, a Live teve como tema “Os Desafios para os Novos Gestores Municipais no Ano de 2021”.

Participaram do debate virtual o presidente da Aprece, Júnior Castro, e o presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Glademir Aroldi. A Quinta com Debate contou, ainda, com a presença de membros da nova Diretoria Executiva da Aprece: o vice-presidente, José Helder, prefeito de Chorozinho; e o 1º tesoureiro, Marcondes Jucá, prefeito de Choró. Prefeitos e secretários municipais de todas as regiões do Ceará acompanharam o debate e participaram ao vivo, por meio do chat da Live, com perguntas e sugestões.

O objetivo do encontro foi discutir e detalhar os desafios que as administrações municipais deverão enfrentar esse ano para garantir o atendimento das demandas da população, tendo em vista os efeitos da pandemia de Covid-19.

O presidente da Aprece, Júnior Castro, falou da importância de discutir e apoiar o pleinos municipalistas e reiterou que a entidade cearense e a CNM são os suportes para os gestores, principalmente nesse momento difícil. “São assuntos que a gente vai ter oportunidade de estar debatendo de forma contínua. O nosso desejo é que essa situação da pandemia melhore para a retomada da nossa normalidade. Todos os gestores podem contar com a Aprece e com a CNM para tentar amenizar a situação dos nossos Municipios”, disse.

Ao saudar o novo presidente da Aprece, Júnior Castro, o presidente da CNM destacou que a Confederação e as entidades estaduais encaminharam a Carta Aberta ao governo federal e ao Congresso Nacional. O documento manifesta preocupação com o avanço da Covid-19 em todo o território e apresenta as medidas consideradas urgentes pelo movimento municipalista. “São pontos que nós achamos importantes. São os pilares para que a gente possa minimamente fazer o enfrentamento à pandemia: vacina, prorrogação do decreto de calamidade pública, dívida previdenciária, precatórios. Estamos solicitando agendas com os novos presidentes da Câmara e do Senado para apresentar a pauta municipalista”, adiantou Aroldi.

Ele pediu o apoio de todos os gestores cearenses no avanço dessas e de outras matérias para minimizar as adversidades da administração municipal. “Precisamos estar unidos, atentos e mobilizados permanentemente. A participação de cada um de vocês é que faz o movimento municipalista forte. Sem ela, é impossível avançar na pauta municipalista e aumentar a participação no bolo tributário”, reforçou o presidente da CNM ao lembrar que no ano passado os Municípios tiveram participação de apenas 19% no bolo tributário quando o mínimo deveria ser de 22%.

Vacina

Em relação à imunização, Aroldi voltou a defender que ela é fundamental para o início do retorno à normalidade. O trabalho da CNM para que a vacina chegue a todos e que haja planejamento na sua distribuição foram enfatizados pelo líder municpalista. “A vacina é a única ferramenta no momento para o enfrentamento da pandemia e da crise econômica e social. É só vacinando em massa que pode ter condições para a retomada de todas as atividades e buscarmos a recuperação dos empregos perdidos”, considerou. Nesse aspecto, lembrou que o governo federal deve disponibilizar vacinas a todos os Municípios e pediu planejamento aos gestores.

Decreto de calamidade e auxílio

Os crescentes casos da Covid-19 em várias regiões do país foram preponderantes para que o movimento municipalista solicitasse ao Executivo e Legislativo a prorrogação do decreto de calamidade e do auxílio emergencial. Aroldi justificou que os impactos negativos da pandemia continuam recaindo na gestão municipal e população.

“Infelizmente estamos vivendo uma segunda onda com o aumento de casos e óbitos diariamente. Isso é muito grave. Nós precisamos prorrogar esse decreto de calamidade pública no Brasil para o governo continuar auxiliando Estados e Municípios. Também há a necessidade de prorrogar o auxílio emergencial. As pessoas ainda não estão conseguindo encontrar trabalho e a prorrogação vai ajudar na renda dessas famílias e na economia local, porque elas compram e movimentam a economia”, explicou.04022021 Quinta com Debate Aprece

Outras pautas

O líder municipalista também informou aos participantes que a CNM tem lutado para conseguir o parcelamento das dívidas previdenciárias e a realização do Encontro de Contas. “Isso tem que acontecer o mais rápido possível. É um direito nosso”. Ainda destacou como prioridades a aprovação das Propostas de Emenda à Constituição (PECs) emergencial e do Pacto Federativo e a Reforma Tributária.

Veja Mais