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Gardel Rolim cita agrotóxicos, cloro na água e ondas de celular ao discutir possíveis causas do autismo
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O deputado estadual eleito Gardel Rolim (Republicanos) abordou as pesquisas sobre as causas do autismo durante entrevista ao Podcast do Rubão. Na conversa, o parlamentar destacou que ainda existem questões em investigação científica sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA) e mencionou hipóteses envolvendo fatores ambientais, como agrotóxicos presentes nos alimentos, cloro na água e exposição a ondas eletromagnéticas de aparelhos celulares. As possibilidades foram discutidas durante o programa, mas não representam causas comprovadas do autismo.

Ao comentar o tema, Gardel afirmou que o conhecimento sobre o autismo avançou nas últimas décadas, embora ainda existam desafios relacionados à compreensão de suas origens e às formas de acompanhamento. O deputado eleito mencionou pesquisas sobre fatores ambientais e disse considerar importante aprofundar os estudos. Durante a entrevista, também relacionou o crescimento do consumo de produtos industrializados às discussões sobre possíveis influências ambientais. Entretanto, não há evidências científicas conclusivas de que o cloro utilizado no tratamento da água ou as ondas eletromagnéticas dos celulares provoquem autismo. O transtorno é uma condição do neurodesenvolvimento associada a múltiplos fatores, com importante contribuição genética.

Gardel também ressaltou a importância da identificação precoce dos sinais do autismo e do início oportuno das intervenções e dos acompanhamentos necessários. “Não há uma causa já definida”, afirmou durante a entrevista, ao destacar que cientistas continuam investigando o tema. Apesar das incertezas sobre todos os mecanismos envolvidos no desenvolvimento do transtorno, existem abordagens terapêuticas com respaldo científico que podem contribuir para o desenvolvimento, a comunicação e a qualidade de vida das pessoas autistas. A discussão integrou a entrevista em que o deputado estadual eleito apresentou suas preocupações com o atendimento às pessoas neurodivergentes no Ceará.

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