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Ciclo de debates: Oficina no Cuca Barra reforça trabalhos do projeto Infância Protegida
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A violência sexual é uma questão que precisa ser tratada com seriedade e quando o assunto envolve crianças e adolescentes o tema gera uma reflexão sobre o papel de todos na proteção do público infanto-juvenil. Neste caminho, o Programa de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, realizou no Cuca Barra do Ceará a segunda oficina do curso “Infância Protegida”, iniciativa da Câmara Municipal de Fortaleza em parceria com a Fundação Demócrito Rocha.

As oficinas abordam temáticas gerais, como Direitos Humanos, tipos de violência e os planos locais de combate a violência sexual, além de estudo de casos direcionado para os profissionais em formação. A capacitação é uma atividade complementar ao curso “Enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescente”, na modalidade à distância (EAD).

“A cada momento teremos uma palestra com um tema diferente…a violência sexual é um fenômeno multifacetados e precisa ter várias frentes de enfrentamento, sendo necessário que os profissionais estejam capacitados”, destacou a coordenadora de conteúdo do Infância Protegida, Leila Paiva.

O palestrante e assistente social, Daniel Rodrigues, que integra a rede de atendimento às crianças e adolescentes vítimas de violência sexual, destacou a importância da curso e das oficinas na mobilização da sociedade em torno da temática. O profissional da assistência reforça o papel da rede de enfrentamento por meio da efetivação de políticas públicas e de acolhimento do público infanto-juvenil.

“Esse projeto vem consolidar algumas políticas públicas e esse conteúdo vem abordar a nova lei sobre escuta especializada e o depoimento feito nas Varas da Infância e da Juventude, e durante os módulos faz com que as pessoas tenham um conhecimento mais amplo sobre a legislação e como a rede pode ser acessada”, reforçou.

Daniel Rodrigues ressalta algumas questões que podem avaliadas na identificação dos casos violência sexual, ressaltando que as situações devem ser identificada com base num contexto. “A família e a comunidade devem está bem atentos aos sinais e verificar qualquer situação de suspeita”, salientou.

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