O candidato ao Senado pelo Ceará Capitão Wagner (União Brasil), presidente estadual da Federação União Progressista, questionou nesta terça-feira (29) a decisão liminar do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que atingiu sua participação em atos de propaganda eleitoral e provocou mudanças relacionadas à participação da federação na coligação de Ciro Gomes.
Wagner afirmou que tomou conhecimento da decisão pela imprensa e que, naquele momento, ainda não havia sido notificado nem tido acesso ao inteiro teor da medida. O candidato classificou a decisão como “esquisita” e “esdrúxula” e disse confiar na Justiça Eleitoral. “A gente confiou no julgamento do TRE, não tem motivo para não confiar”, declarou.
O candidato também levantou questionamentos sobre um possível conflito de interesses envolvendo a filha do ministro responsável pela decisão, afirmando que circulavam informações de que ela seria advogada de um adversário. Wagner ressaltou que a informação precisaria ser confirmada e afirmou que, caso isso ocorra, entende que o ministro deveria se declarar suspeito. A defesa da chapa trabalha para recorrer da decisão.

