
Cotado nos bastidores políticos como um dos nomes mais fortes para assumir o Ministério da Justiça, Camilo Santana tem sinalizado a aliados que não pretende deixar, neste momento, o comando do Ministério da Educação. Apesar das especulações que o colocam como possível substituto de Ricardo Lewandowski, o ministro tem reafirmado que sua prioridade é seguir trabalhando na área educacional.
Segundo interlocutores próximos, Camilo avalia que pode contribuir mais para o país permanecendo à frente da Educação, pasta na qual construiu uma trajetória reconhecida nacionalmente. Em conversas reservadas, o ministro tem reiterado alinhamento com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, afirmando que seguirá a orientação do Planalto, mas deixando clara sua preferência pela continuidade no MEC.
As especulações ganham força em meio às articulações políticas de olho nas eleições de 2026. Aliados destacam que Camilo reúne perfil técnico e político para comandar a Justiça, mas o próprio ministro tem enfatizado os avanços em curso na Educação, como alfabetização, ampliação do ensino integral, valorização dos professores e fortalecimento do ensino superior. Nos bastidores, a avaliação é de que os resultados iniciais e a agenda em execução reforçam a defesa de sua permanência na pasta.

