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Após concessão, Cais Pesqueiro do Mucuripe receberá R$ 10 milhões em investimentos
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Área do Cais Pesqueiro do Mucuripe. Foto: Divulgação Ministério da Infraestrutura

Após ser concedido à iniciativa privada, o Cais Pesqueiro do Mucuripe receberá R$ 10 milhões em investimentos. O ativo, de 11.963 m², foi repassado para a vencedora do leilão realizado em março, a cearense Compex Indústria e Comércio de Pesca e Exportação. Ela assumirá o controle da operação por 20 anos.

A construção de uma indústria de beneficiamento de pescados também está prevista. Nesse sentido, as obras já se iniciam no segundo semestre de 2020. Haverá câmaras de frigorífico, e locais para armazenagem e processamento de peixes vermelhos e lagostas, que seguem para exportação, em contêineres, para cerca de dez países, com destaque para Estados Unidos, Austrália e China. A indústria deve gerar cerca de 300 empregos diretos e indiretos. Outras intervenções estão previstas, entre elas a demolição de um prédio de três andares e melhorias no cercamento da área.

“A concessão é importante para a CDC porque deixamos de ter uma área ociosa dentro do terminal, que só gerava custos e, agora, passaremos a ter receita. Essa é a primeira área rentável dentro do Porto de Fortaleza”, avalia a diretora-presidente, Mayhara Chaves.

Exportações
Outro impacto ocasionado pela concessão, bem como a implantação da indústria de beneficiamento de pescados, é o aumento de 15% nas exportações de peixes e de lagostas realizadas pelo Ceará. A projeção é que, anualmente, 800 toneladas dos produtos pescados no cais  sejam enviadas para o exterior pela Compex. A movimentação em negócios vai girar em R$ 20 milhões ao ano.

A Comex
A Compex é uma empresa cearense com 25 anos de fundação. O grupo atua no litoral oeste do Ceará e tem uma indústria de pescado em Acaraú (CE). Além da expertise no ramo de peixes vermelhos e de lagosta, a empresa espera criar um laboratório para comercialização de novos produtos, como o atum. Outra forma de expandir a atuação é a exportação de produtos vivos.

 

 

Fonte: Focus.jor

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